Resenha da série
Raízes
Filipe Augusto Harrad Reis, 5º ano, Escola Municipal
Batel, Curitiba
Em janeiro de 2017, eu assisti com meu pai Toni,
minha irmã Jéssica e meu irmão Alyson, a série de televisão chamada Raízes. A
série era sobre uma tribo da África que era livre, muito feliz, muito bonita e
muito educada que cuidavam uns dos outros. Mas depois foram escravizados pelos
ingleses e alguns deles foram levados para a América para trabalhar como
escravos lá. Um homem e uma mulher tiveram um filho chamado Kunta Kinté. Ela era
muito bonito, valente, divertido, guerreiro, positivo, ponderado, feliz, muito
inteligente e protetor, cuidadoso, fechado mas corajoso, amoroso,
cantava bem. Era bom pai que nem os
meus pais Toni e David, eles são muitos bonitos, inteligentes e carinhosos. Os
escravos sofriam muito, apanhavam, sofreram abusos e eram humilhados. Mesmo
assim, Kunta Kinté resistiu. No final da história, todos foram libertados
novamente com a abolição da escravidão.
Eu aprendi com a história que existia bondade no
coração de alguns dos personagens brancos.
A história tem a ver com a minha vida, porque eu
sou negro que nem eles.