quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Os estudo


 Os estudo
 Os estudos são importantes, pois é com eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.

Através dos estudos nós convivemos com pessoas diferentes e educação diferente das quais recebemos em casa. Famílias cuja base tem uma melhor formação escolar tendem a planejar seu futuro, fazem planejamento familiar, planejamento de carreira, planejam compra da casa, carro etc...

Nas salas de aula ampliamos o nosso mundo através de livros e conhecimentos adquiridos, através dos professores, viajamos sem sair do lugar com as leituras e a internet, viajamos também na nossa imaginação.
Os estudos são importantes, pois é com eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.

Países de primeiro mundo têm como princípio uma boa educação, para manter o seu futuro próspero e assim manter e até elevar sua riqueza material e cultural.

Um país se constrói com educação escolar e para isso temos que preservar e investir em nossa maior riqueza que são as escolas.

O que vai garantir alcançar o sucesso profissional e pessoal? O estudo.
Estudar é importante na vida de qualquer pessoa. Quem quer ter uma vida de sucesso, precisa estudar sempre.
É um erro pensar que o estudo dura apenas o tempo da vida acadêmica, envolvendo somente o meio escolar. Quem viaja traça um roteiro, que é fruto de um estudo feito por consultas à internet, por informações obtidas na agência de viagens, ou pelas dicas de amigos. O estudo dará a chance de adquirir informações necessárias para traçar um plano. No aprendizado, o estudo ajuda a construir o conhecimento necessário para atingir um objetivo.
Muitos não conseguem enxergar a importância do estudo para a vida, vendo somente o lado obrigatório, imposto pela vida escolar. Passa-se mais tempo reclamando que, efetivamente, estudando.
O estudo requer uma alta dose de esforço e concentração. E ao não conseguir unir esses elementos, muitos acabam achando o momento de estudo frustrante, sonolento ou desnecessário para a vida. Esse tipo de pensamento acontece, por não se conseguir enxergar o estudo como algo produtivo. Porém, para que o tempo de estudo possa frutificar é preciso traçar uma estratégia eficiente para atingir o objetivo.
Primeiro, é preciso ter em mente que estudar é um dos componentes do aprendizado. Estuda-se para aprender algo. Estudar é uma busca pela ampliação da consciência para que possamos fazer as coisas melhores do que já fazemos, para buscarmos novos saberes e para decidirmos com mais clareza o que fazer durante a nossa vida. Assistir às aulas (presenciais ou a distância) e realizar provas fazem parte de um projeto de estudo. É uma forma para nos qualificarmos para o mercado de trabalho.
Ouvimos de nossos pais e de nossos professores que devemos estudar, mas ninguém nos ensina como estudar. Muitos acham que estudar para a prova é o suficiente, mas não é verdade.
Quando passei para o ginásio (hoje, o fundamental 2), tive um professor de língua portuguesa que não exigiu uma gramática específica. Cada um podia escolher a que quisesse, pois seria um livro de consulta. Aos 11 anos não tinha ideia para fazer uma escolha como essa e meus pais também não. Não que não tivessem estudo, pelo contrário. A questão é que comecei a estudar na década de 70 do século XX, época em que acontecia uma drástica transformação no sistema educacional brasileiro. Meu pai, então, foi a uma livraria e explicou ao vendedor a situação. Chegou à casa com a minha primeira gramática – a de Adriano da Gama Cury.
Meu professor enchia o quadro com exemplos e conceitos. Eu anotava tudo o que ele escrevia, mas também o que ele falava. Como era caprichosa, eu não queria ver meu caderno escrito de qualquer jeito. Então, tinha dois cadernos. Um para a sala de aula e outro que ficava em casa, onde passava tudo a limpo. De manhã, assistia às aulas com atenção. À tarde, estudava tudo o que havia sido dado naquele dia, reescrevendo minhas anotações.
Com o passar dos anos, fazia, também, meus próprios comentários. Fazia esquemas, tabelas, quadros. E passei a fazer isso em todas as matérias. Fiz isso ao longo dos anos escolares e na faculdade. Tirava boas notas nas provas, não esquecia o dever de casa e não tremia quando o professor anunciava uma prova surpresa. Fiz isso por anos intuitivamente. Até hoje, quando leio um livro técnico, eu faço minhas anotações.
Hoje, pesquisas na área da neurolinguística mostram que esse é o jeito certo de estudar. Assistir à aula, fazer anotações e estudar depois o que aprendeu escrevendo palavras-chave. Todos os dias. Dessa forma nosso cérebro retém as informações na memória a longo prazo.
“Neuro” remete à mente, onde processamos nossas experiências por meio dos sentidos. “Linguística” refere-se à linguagem, às formas de comunicação. Se compararmos a mente humana a um computador, o cérebro seria o hardware, enquanto os pensamentos e o comportamento, o software, programa que define como o computador interpreta os dados recebidos. Sendo assim, temos a liberdade e a consciência para programarmos nosso cérebro, para ajudar, por exemplo, um aluno a se tornar um estudante.
Ser estudante e ser aluno são coisas muito diferentes. Ser aluno é aquele que assiste às aulas para aprender em um determinado lugar. Ser estudante é aquele que estuda para aprimorar-se e tornar-se a cada dia mais inteligente.
Nós, professores, precisamos compreender o que as novas pesquisas esclarecem, para, então, ensinar nossos alunos a usarem o cérebro e tornarem-se mais inteligentes e mais autoconfiantes, com a autoestima elevada.
Tudo o que aprendemos chega, primeiro, no sistema límbico. Depois, o que é significativo, vai ser copiado ou no cerebelo (que cuida do ritmo e do equilíbrio), ou no córtex (lugar da memória a longo prazo).

Fontes:




O que eu aprendi com isso? Que a gente precisa estudar para ser alguém na vida.
O que isso tem a ver com minha vida? Eu sou estudante.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

As crianças



Filipe Augusto Harrad Reis, 14 anos
Estudo no Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba, Paraná.

As crianças
A criança está cada vez mais interessada em conhecer tudo o que vê: objetos, plantas, animais. Gosta que as pessoas mostrem e falem com ela sobre as coisas que vê e pega. Ela se interessa, também, por desenhos ou fotos em revistas e livros. Falar o nome do que ela está vendo, animá-la a repetir e conversar com ela sobre as atividades do dia a dia ajudam a criança a aprender a falar.
Ela já pode falar algumas palavras como: mamãe, água, bola. Mas ainda usa gestos para se comunicar: joga beijinhos, balança a cabeça para dizer “não”. Para aprender a falar, a criança precisa que as pessoas falem com ela. Gosta também quando a família fala com ela pedindo ajuda. Por exemplo: “Pega o sapato do papai embaixo da cama”. Dessa maneira, ela vai aprendendo as noções de lugar: embaixo, em cima, perto, longe.
A criança pode entender algumas ordens como: “Vamos para a rua?”, “Pega seu sapato”. Não é sempre que ela atende às ordens que recebe. Geralmente só obedece quando se interessa por fazer o que lhe é pedido.
A criança mostra o que quer e o que não quer fazer. Quando não pode fazer uma coisa, algumas vezes, faz birra (revolta), ou seja, pode chorar, gritar, bater os pés, se atirar no chão. Ficar falando “não”, meter medo ou bater não evita a birra. O melhor a fazer é esperar a birra passar, não dar atenção à criança enquanto ela faz birra e manter firmeza quanto à proibição feita. Vendo que não consegue, a criança acaba desistindo e começa a fazer outra coisa.
Na brincadeira com caixas, latas, tigelas ou vasilhas, a criança aprende a usar melhor as mãos. Quando tira e põe uma coisa dentro da outra, está aprendendo também noções de tamanho. A família pode aproveitar esse interesse em tirar e colocar para ensinar à criança como guardar seus brinquedos num saco ou caixa.
A criança gosta de entrar e sair de caixas, bacias e armários abertos. Ela está aprendendo sobre tamanhos, formas e controlando cada vez mais seus movimentosA criança está aprendendo a andar sem a ajuda de outra pessoa. Isso é uma grande conquista.
Apesar de cair algumas vezes, vai continuar tentando porque tem vontade de aprender e fazer muitas coisas. Com a ajuda da família, vai se sentir segura e andar cada vez melhor no ambiente ao seu redor. Como pode andar pela casa toda e é muito curiosa, mexe em tudo o que consegue pegar. Se a criança cair e se machucar, é bom fazer compressa de gelo ou água fria para diminuir a dor e o inchaço.
A criança nesta idade come os mesmos alimentos que a família, só que em menor quantidade. Como já tem mais dentes, consegue mastigar melhor. Ela já gosta de tentar comer e beber pegando a colher e o copo com suas mãozinhas. Fazendo isso ela vai aprendendo a comer sozinha.
O bebê vai fazer bagunça e que é preciso ter paciência. O bebê gosta de mexer com a comida, e essa bagunça faz parte do aprendizado e das experiências que ele vai ter com a comida. Se brigarem com o bebê enquanto ele estiver comendo ou mexendo com a comida, pode ser que ele dê mais trabalho para comer depois ou que pare de gostar das refeições.
 Para evitar o desperdício de alimentos, é bom que os pais coloquem pequenas quantidades de cada alimento no prato da criança. Logo que ela comer o que foi colocado, os pais devem colocar mais comida, até que ela deixe resto no prato ou recuse mais alimentos.

O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu já fui criança

O que eu aprendi com isso? Que criança  pode aprender a andar desde pequena com ajuda ou sem ajuda.  


quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

fake news


Nome: Filipe Augusto Harrad Reis

Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 

fake news

Apesar de parecer recente, o termo fake news, ou notícia falsa, em português, é mais antigo do que aparenta. Segundo o dicionário Merriam-Webster, essa expressão é usada desde o final do século XIX. O termo é em inglês, mas se tornou popular em todo o mundo para denominar informações falsas que são publicadas, principalmente, em redes sociais.

O que significa fake news?

Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação popularizou-se. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.

Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.

Como funcionam as fake news?

Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital.

No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.

É isso o que acontece, por exemplo, durante períodos eleitorais, nos quais empresas especializadas criam boatos, que são disseminados em grande escala na rede, alcançando milhões de usuários. O Departamento de Justiça Americano denunciou três agências russas, afirmando que elas teriam espalhado informações falsas na internet e influenciarem as eleições norte-americanas de 2016.

Existem grupos específicos que trabalham espalhando boatos. No entanto, não é fácil encontrar as empresas que atuam nesse segmento, pois elas operam na chamada deep web, isto é, uma parte da rede que não é indexada pelos mecanismos de buscas, ficando oculta ao grande

público.

 

O que isso tem a ver com a minha vida? Eu assisto jornal e posso ficar sabendo de coisas erradas

 

O que eu aprendi com isso? Que tem que sempre investigar.

 

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br › Curiosidades


terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Pedofilia

gio Estadual Professor Cleto, Curitiba 

Pedofilia

O tema é complexo, polêmico, de interesse e responsabilidade de todos, porém, nem sempre é tratado da forma que deveria ser.

Antes de aprofundarmos na questão educacional, social e criminal do tema, uma observação deve ser feita com muita relevância: PEDOFILIA NÃO É CRIME! Não existe, em nosso ordenamento jurídico o “crime de pedofilia”.

O que muito vemos e ouvimos erroneamente no cotidiano, por meio das grandes mídias, é que alguém foi preso pelo “crime de pedofilia” e isso é inculcado na mente das pessoas como se existisse o tipo penal.

Sei que muitos pensarão (e dirão) que é a mesma coisa, mas não é!
A pedofilia, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), é uma doença; um transtorno psicológico onde o indivíduo possui atração sexual por crianças e adolescentes pré-púberes (até 13 anos).

Questão que surge quando tratamos desse tema é: se pedofilia não é crime, como punir os pedófilos? Pedófilo é o sujeito (homem ou mulher) que padece de pedofilia – doença.

Há de se ficar bem claro que ninguém pode ser punido criminalmente por ter alguma doença, porém, quando o pedófilo (quem tem pedofilia) exterioriza a sua patologia e sua conduta se amolda em alguma tipicidade penal, estará caracterizado o crime (da tipicidade incorrida e não de pedofilia).

Neste sentido, os atos sexuais entre adultos e crianças (meninos e meninas) abaixo da idade de consentimento (resultantes em coito ou não) são considerados crimes pela legislação brasileira.

Não existe cura para a pedofilia e, por este motivo, o tratamento deve ser constante para que ela seja e se mantenha controlada. Deve-se ficar muito bem cristalino que nem todo pedófilo é um criminoso sexual, pois, como já dito, a pedofilia é uma doença e enquanto ela não for exteriorizada não há de se falar em crime e nem em criminoso.


)


O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu sou um adolescente e posso sofrer abuso sexual

O que eu aprendi com isso? Que a prática da pedofilia pode resultar em 16 a 30 anos de cadeia

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Depressão e suicídio


                            Depressão e suicídio

A depressão não é só para ganhar atenção.É porque elas precisam de ajuda , elas querem pedir ajuda, mas só que ninguém entende e acha que é birra . Não é birra. Você não sabe o que a pessoa está sentindo. Então pare de ser grosso com ela, pare de ficar falando mal humorado com ela, pare de ficar mirar a provocação somente naquela pessoa,  que isso não Vai ajudar ela, só vai ajudar ela a entrar mais na depressão. Não fale que ela é feia. Não fale ,tente ajudar, sabendo que você vai magoar mais a pessoa. Então fique calado no seu canto e deixe a pessoa quieta
Depressão ou transtorno depressivo maior é uma doença comum e séria que afeta negativamente como você se sente, como pensa e como age. Felizmente, também é tratável.
A depressão provoca sentimentos de tristeza e/ou perda de interesse em atividades que em momentos anteriores traziam prazer. Pode levar a uma variedade de problemas emocionais e físicos e pode diminuir a capacidade de uma pessoa manter suas atividades normais no trabalho e em casa.
Quando uma pessoa próxima conta que está deprimida, muitas vezes nossa reação pode ser de pensar quantas vezes nós a vimos chorando ou desanimada, e se esse não for o caso, questionar se é mesmo verdade. No entanto, estar deprimido é mais do que estar triste e chorar o tempo todo. Às vezes, quem sofre de depressão mostra sintomas que, de acordo com o senso comum, não estão associados à condição, como perda de peso ou insônia. Conhecer os sintomas pode te ajudar na sua escuta empática com a pessoa que está sofrendo e ajudar na sua recuperação.
Também é importante saber que a depressão se caracteriza pelos sintomas se manifestarem consistentemente por um período razoável de tempo, normalmente a partir de duas semanas. Um dia com insônia na semana, ou episódios de desânimo que vêm em dia e vão embora no dia seguinte podem não fazer parte de um quadro depressivo. Também é importante saber enxergar o contexto; um período de tristeza e sintomas depressivos após um acontecimento importante, como uma separação, é normal. Mas se a pessoa demora a voltar ao normal, aí pode ser que o transtorno tenha se instalado.
Quando enxergamos a depressão apenas como uma grande tristeza que não passa, é fácil enxergarmos esse estado como uma "fraqueza" ou uma sensação passageira, facilmente superável. "Mas a sua vida não está tão ruim assim. Porque você está tão triste?", alguns podem questionar. Para quem está deprimido, no entanto, não é tão simples - e ouvir o contrário não vai transmitir a empatia que ele ou ela tanto precisam nesse momento delicado. Muitas vezes uma pessoa deprimida não consegue sequer apontar especificamente para algo que "está dando errado", mas se vê afogada em um mar paralisante de pequenos problemas aliados a uma baixíssima proatividade.
A depressão é uma doença séria, mas completamente tratável. No entanto o tratamento pode ser longo e exigir, em alguns casos, o uso de medicamentos.
Sintomas
Humor deprimido, que se caracteriza por desânimo persistente, baixa autoestima, sentimentos de inutilidade;
Perda de interesse em atividades que antes a pessoa apreciava;
Mudança de apetite;
Ganho ou perda de peso;
Insônia;
Dormir em excesso;
Perda de energia ou fadiga acentuada;
Movimentos físicos sem sentido, como apertar as mãos de forma constante e nervosa;
Sentir-se sem esperança;
Sentir-se culpado;
Dificuldades para raciocinar, se concentrar ou tomar decisões;
Pensamentos de morte ou suicídio;
Irritabilidade, ansiedade e angústia;
Necessidade de um grande esforço para fazer coisas que antes eram fáceis;
Diminuição ou incapacidade de sentir alegria;
Sentimentos de medo, insegurança, desespero, desamparo e vazio;
Interpretação distorcida e negativa da realidade;
Diminuição do desejo e do desempenho sexual;
Dores e outros sintomas físicos sem uma causa aparente, como dores de barriga, azia, má digestão, diarréia, prisão de ventre, gases, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito.

O suicídio: as pessoas estão sofrendo muito. Elas cometem suicídio por causa que elas querem parar de sofrer. Mais a dor não muda mesmo morta a pessoa ainda vai ter feito o que fez e nada vai mudar. Ela ainda vai ter a dor, não tem como tirar a dor como não tem como a pessoa levar  a culpa de tudo e as outras não querem que ela fique com raiva. A pessoa levou a culpa por uma coisa que ela nem fez .
FONTES:
O que isso tem a ver com a minha vida? Estou quase em depressão
O que eu aprendi com isso? Que depressão não é doença

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

dircurso do bolsonaro na ONU



Nome: Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 

Jair Bolsonaro dedicou a maioria do tempo que ele tinha para falar somente para insultar muitas pessoas e  falou também  “Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições”. Depois parou um pouco com os insultos e falou sobre o ex-juiz Sergio Moro, a quem elogiou por seu combate à corrupção. Bolsonaro não chegou a mencionar a França diretamente, mas referiu-se à nação presidida por Emmanuel Macron como “um país” que adotou uma postura colonialista, seguiu a “mídia sensacionalista” e ousou “sugerir a aplicação de sanções contra o Brasil” no episódio dos incêndios na Amazônia. O presidente brasileiro pediu respeito à soberania nacional e atribuiu a polêmica internacional em torno do desmatamento da Amazônia à “mídia sensacionalista”.

“É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade, e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que nossa floresta é o pulmão do mundo”, afirmou. “Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.”
E também acuso a ONU de “perverter a identidade biológica”
Nesse capítulo, Bolsonaro voltou a ser agressivo em relação às reservas indígenas. Afirmou que não vai aumentar a área demarcada como terra indígena dos atuais 14% do território nacional para 20%, “como alguns chefes de Estado gostariam que acontecesse”. Mas completou que pretende permitir aos índios brasileiros, como os ianomâmis e os da Raposa Serra do Sol, a exploração econômica de suas reservas – citou ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras,  para que não sejam mais “latifundiários pobres em terras ricas”.
“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o cacique Raoni, são usados como peças de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”, declarou. “Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.” E diz também que não vai aumentar as reservas indigina ele acha que já tem de maIs.  

O que eu aprendi com isso? Que o Bolsonaro coloca a culpa em todos e também que não apóia a família se não for menino usa azul e menina usa rosa.

O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu sou menino eu tenho direito de usar o que eu quiser   

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Os jogos Os jogos Os jogos parecem coisa de louco.A pessoa fica viciada mas tem outros jogos que podem ajudar as pessoas a descobrir palavras que elas nunca tinham visto ou escutado. Em alguns casos ajuda na depressão por causa que as pessoas fazem amigos online e isso ajuda a pessoa porque ela achava que não tinha amigos e depois de jogar ela faz amigos e não fica sofrendo. Mas uma coisa que eu digo, nunca entre em depressão por causa de amigos, porque amigos de verdade vão estar sempre do seu lado, não importa se você estiver pobre ou rico, ele sempre vai esta lá. Vício por jogos electrônicos (do inglês: video game addiction), é uma interação extrema ou compulsiva entre um ser humano e um console de videogame e/ou um computador, para jogos, bem como interferência desta interação extrema no dia-a-dia do indivíduo. O vício em games é um tipo de vício comportamental em que a pessoa deixa de fazer suas atividades diárias para ficar jogando, o que compromete atividades básicas do cotidiano, como higiene pessoal, alimentação, trabalho e/ou estudos, vida social etc. Além disso, a pessoa chega ao ponto em que continua ou aumenta a frequência do jogar apesar da ocorrência de consequências negativas. Esse descontrole do ato de jogar deve ser recorrente por mais de 12 meses. Em janeiro de 2018 foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pela 11º classificação Internacional de Doenças (CID-11). Mas isso pode trazer pontos negativos como estigmatização dos jogadores e também os diagnósticos falso positivos. Isso acaba desvirtuando o ato de jogar, trazendo um caráter negativo para a prática. Os jogos virtuais e games podem trazer uma série de benefícios, principalmente para crianças, trazendo melhoras para: • Raciocínio lógico • Tolerância a frustrações • Agilidade • Coordenação • Atenção. Além disso, os jogos sociais podem trazer maior relação com pessoas, vivência de novas experiências e abertura para criação de novas relações. Normalmente essas particularidades biológicas estão ligadas ao mecanismo de recompensa do cérebro, e funcionam de forma semelhante ao vício por substâncias, como o alcoolismo, tabagismo ou vício por outras drogas. Acredita-se que isso pode estar relacionado a uma predisposição genética. O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu jogo também O que eu aprendi com isso? Que os jogos podem ajudar mas também podem atrapalhar Fonte:https://www.minhavida.com.br › saúde › tudo-sobre



    Nome: Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 
                                                                        Nome: Filipe Augusto Harrad Reis

Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 
                                                                    
                                                                          Os jogos
Os jogos parecem coisa de louco.A pessoa fica viciada mas tem outros jogos que podem ajudar as pessoas a descobrir palavras que elas nunca tinham visto ou escutado. Em alguns casos ajuda na depressão por causa que as pessoas fazem amigos online e isso ajuda a pessoa porque ela achava que não tinha amigos e depois de jogar ela faz amigos e não fica sofrendo. Mas uma coisa que eu digo, nunca entre em depressão por causa de amigos, porque amigos de verdade vão estar sempre do seu lado, não importa se você estiver pobre ou rico, ele sempre vai esta lá.
Vício por jogos electrônicos  (do inglês: video game addiction), é uma interação extrema ou compulsiva entre um ser humano e um console de videogame e/ou um computador, para jogos, bem como interferência desta interação extrema no dia-a-dia do indivíduo.  
O vício em games é um tipo de vício comportamental em que a pessoa deixa de fazer suas atividades diárias para ficar jogando, o que compromete atividades básicas do cotidiano, como higiene pessoal, alimentação, trabalho e/ou estudos, vida social etc. Além disso, a pessoa chega ao ponto em que continua ou aumenta a frequência do jogar apesar da ocorrência de consequências negativas. Esse descontrole do ato de jogar deve ser recorrente por mais de 12 meses.
Em janeiro de 2018 foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pela 11º classificação Internacional de Doenças (CID-11).
Mas isso pode trazer pontos negativos como estigmatização dos jogadores e também os diagnósticos falso positivos. Isso acaba desvirtuando o ato de jogar, trazendo um caráter negativo para a prática.
Os jogos virtuais e games podem trazer uma série de benefícios, principalmente para crianças, trazendo melhoras para:
·         Raciocínio lógico
·         Tolerância a frustrações
·         Agilidade
·         Coordenação
·         Atenção.
Além disso, os jogos sociais podem trazer maior relação com pessoas, vivência de novas experiências e abertura para criação de novas relações.
Normalmente essas particularidades biológicas estão ligadas ao mecanismo de recompensa do cérebro, e funcionam de forma semelhante ao vício por substâncias, como o alcoolismo, tabagismo ou vício por outras drogas. Acredita-se que isso pode estar relacionado a uma predisposição genética.
O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu jogo também
O que eu aprendi com isso? Que os jogos podem ajudar mas também podem atrapalhar   



segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Amazônia


Nome: Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 

O aumento do desmatamento e das queimadas acendeu um sinal vermelho para a Amazônia em 2019. De janeiro a julho, a derrubada de árvores foi 62,7% maior do que no mesmo período de 2018. Já os focos de incêndio cresceram 70% em comparação com o ano anterior. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
    A região tem mais de 30 mil espécies vegetais, 100 mil de animais e 20 milhões de pessoas. Além da riqueza da diversidade biológica e cultural de biodiversidade, ela tem o poder de influenciar o clima, com efeitos não somente locais, mas também sobre a América Latina e todo planeta. Por isso, conserva a Amazônia pode ser compromisso até de quem mora bem longe dela. Se você não tem ideia de por onde começar, confira sugestões de atitudes para incluir no dia a dia em prol desse ecossistema.
As áreas florestais melhor conservadas são habitadas por comunidades indígenas e locais. Esses grupos protegem 80% da biodiversidade do mundo. Nos locais onde vivem, estão 70% dos produtos que poderiam garantir a segurança alimentar da população mundial e 33% das florestas do planeta. Os dados são da Coalizão Guardiões da Floresta.
A iniciativa dá voz a essas comunidades e, neste ano, quer incentivar indivíduos do mundo todo a agradecerem o papel que elas exercem na conservação das florestas.
Não é porque a Amazônia está longe de algumas regiões do país que não faz parte da nossa vida. As florestas, em geral, absorvem por ano cerca de 2 bilhões de toneladas de gás carbônico. Um dos efeitos do desmatamento é o aumento da presença de gases do efeito estufa (GEE) na atmosfera. Isso pode implicar em cidades mais quentes, prejudicar a produção agrícola ou mesmo produzir cortinas de fumaça em várias cidades como vimos em Roraima, São Paulo e Bogotá recentemente, como um dos efeitos das queimadas. 
Há um papel adicional: o de exportadora de chuvas para toda a América Latina e o restante do planeta. 
Na hora de se informar sobre a região, procure fontes confiáveis como dados oficiais do Inpe e matérias que citem especialistas de referência no tema como o climatologista e pesquisador Carlos Nobre
O que eu aprendi com isso? Que tem que conservar a floresta porque precisamos dela
O que isso tem a ver com a minha vida? Eu preciso da floresta Amazônica igual a você
Fontes:

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Rio de Janeiro


Nome: Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 
                                                         Rio de Janeiro
O Brasil tem uma vantagem: existem lugares para todos os gostos e bolsos. Falando sobre um dos destinos mais desejados do país, selecionamos lugares legais para conhecer no Rio de Janeiro, que não vive só de praias maravilhosas e clima quente. Entre cidades históricas, serranas e tranquilas, é impossível não encontrar um canto fluminense para chamar de seu. Turistas também podem se refugiar em ilhotas, como é o caso de Ilha Grande, uma das mais cobiçadas do estado. As belezas naturais rodeiam todos os lugares do Rio de Janeiro e talvez seja isso que o torne tão único e inesquecível.
 O maior município da região serrana tem muitos atrativos, que faziam da cidade o destino favorito do imperador Dom Pedro II. O clima refrescante, a vegetação sempre presente e a ótima infraestrutura turística tornam o destino um dos mais cobiçados do Rio de Janeiro.
Em Itaipava, a vida noturna e gastronômica pulsa, abrigando ótimas opções. 
O distrito, que fica em Resende, a 202 km de distância da capital, é propício para aqueles que querem sossego ou se aventurar em meio a natureza e procuram lugares legais para conhecer no Rio de Janeiro.
Casais se alojam em chalés charmosos, enquanto famílias passam o tempo andando a cavalo ou em busca de cachoeiras. Os mais corajosos podem se arriscar em atividades como rapel, escalada e cachoeirismo, principalmente na Serrinha do Alambari  que fica nas redondezas.
A principal cidade da Região dos Lagos fica a 156 km de distância do Rio, tem praias magníficas de areia branquinha e águas cristalinas, propícias para o snorkel.
Os turistas ainda se encantam com os monumentos e edifícios históricos, que ajudam a compor as belezas do maior pólo turístico desta área carioca. Além disso, vale a pena ir até a Ilha do Japonês, um paraíso escondido no Rio de Janeiro.
Um dos mais lindos lugares legais para conhecer no Rio de Janeiro é Paraty, a 250 km de distância da capital, onde parece que o tempo parou. Casarões coloniais, igrejas dos séculos 18 e 19, restaurantes românticos e calçadas com pedras são parte do charmoso centro histórico.
Praias, piscinas naturais e cachoeiras coroam o passeio com recursos naturais, além da programação recheada, que conta com o Festival da Cachaça e a Feira Literária Internacional, Flip, lotando a cidade.
Cercada pela exuberante Serra dos Órgãos, que também dá nome ao Parque Nacional, a cidade chama a atenção pelos picos exóticos que exibem suas formas no mais alto município do estado. O clima de montanha, as belas paisagens, os restaurantes e pousadas charmosas atraem turistas durante o inverno e os que querem fugir da muvuca carioca no verão.

O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu já morei no Rio de Janeiro
O que eu aprendi com isso ? Que o Rio de Janeiro tem lugares bonitos