quinta-feira, 26 de setembro de 2019

dircurso do bolsonaro na ONU



Nome: Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba 

Jair Bolsonaro dedicou a maioria do tempo que ele tinha para falar somente para insultar muitas pessoas e  falou também  “Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições”. Depois parou um pouco com os insultos e falou sobre o ex-juiz Sergio Moro, a quem elogiou por seu combate à corrupção. Bolsonaro não chegou a mencionar a França diretamente, mas referiu-se à nação presidida por Emmanuel Macron como “um país” que adotou uma postura colonialista, seguiu a “mídia sensacionalista” e ousou “sugerir a aplicação de sanções contra o Brasil” no episódio dos incêndios na Amazônia. O presidente brasileiro pediu respeito à soberania nacional e atribuiu a polêmica internacional em torno do desmatamento da Amazônia à “mídia sensacionalista”.

“É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade, e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que nossa floresta é o pulmão do mundo”, afirmou. “Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.”
E também acuso a ONU de “perverter a identidade biológica”
Nesse capítulo, Bolsonaro voltou a ser agressivo em relação às reservas indígenas. Afirmou que não vai aumentar a área demarcada como terra indígena dos atuais 14% do território nacional para 20%, “como alguns chefes de Estado gostariam que acontecesse”. Mas completou que pretende permitir aos índios brasileiros, como os ianomâmis e os da Raposa Serra do Sol, a exploração econômica de suas reservas – citou ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras,  para que não sejam mais “latifundiários pobres em terras ricas”.
“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o cacique Raoni, são usados como peças de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”, declarou. “Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.” E diz também que não vai aumentar as reservas indigina ele acha que já tem de maIs.  

O que eu aprendi com isso? Que o Bolsonaro coloca a culpa em todos e também que não apóia a família se não for menino usa azul e menina usa rosa.

O que isso tem a ver com a minha vida? Que eu sou menino eu tenho direito de usar o que eu quiser   

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