Filipe Augusto Harrad Reis
Colégio Estadual Professor
Cleto
Nas pernas da
mentira Cecília vascoscellos
Editora:FTD
Bem, tinha uma
menina que se chamava Carol. Ela e o pai dela iam viajar para o Japão.
Quando chegou o dia da viagem o pai dela viajou sem ela.
Ela voltou para casa dela, ficou arrasada com isso. Na escola a professora pediu uma redação sobre as férias. Ela não ia admitir que tinha sido abandonada pelo pai e ser o foco das fofocas.
Carol não mostrava para a professora a redação e a professora disse para Carol que se ela não mostrasse sua redação ela sera suspensa. Ela mostrou provas que tinha viajado para o Japão.
Nas férias ela e alguns amigos viajaram para o Japão e o Daniel, Fernanda e os amigos dela Carol iam fazer teatro no Japão. Um dia no sábado ela mostrou onde ficava casa dela. Ela e Daniel estavam sozinhas. Ela perguntou se Daniel gostava dela. Ele disse que sim. Daniel agarrou-a e disse “eu quero ser o seu namorado - Sim eu quero ser seu namorado para o resto da vida!”
Quando chegou o dia da viagem o pai dela viajou sem ela.
Ela voltou para casa dela, ficou arrasada com isso. Na escola a professora pediu uma redação sobre as férias. Ela não ia admitir que tinha sido abandonada pelo pai e ser o foco das fofocas.
Carol não mostrava para a professora a redação e a professora disse para Carol que se ela não mostrasse sua redação ela sera suspensa. Ela mostrou provas que tinha viajado para o Japão.
Nas férias ela e alguns amigos viajaram para o Japão e o Daniel, Fernanda e os amigos dela Carol iam fazer teatro no Japão. Um dia no sábado ela mostrou onde ficava casa dela. Ela e Daniel estavam sozinhas. Ela perguntou se Daniel gostava dela. Ele disse que sim. Daniel agarrou-a e disse “eu quero ser o seu namorado - Sim eu quero ser seu namorado para o resto da vida!”
Mais nada é
para sempre e um dia Carol teve que se mudar para a cidade grande e morar com
os japoneses. Os japoneses ensinaram ela a ler e escrever, educaram ela em
casa, deram livros para ela ler, corrigiram ela quando ela errava, etc.
O que isso tem a ver com a minha vida? Na maioria da vezes tenho provas para
as coisas que eu falo.
O que eu aprendi com isso? Aprendi que não devemos
tirar conclusões precipitadas.
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