quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Os estudo


 Os estudo
 Os estudos são importantes, pois é com eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.

Através dos estudos nós convivemos com pessoas diferentes e educação diferente das quais recebemos em casa. Famílias cuja base tem uma melhor formação escolar tendem a planejar seu futuro, fazem planejamento familiar, planejamento de carreira, planejam compra da casa, carro etc...

Nas salas de aula ampliamos o nosso mundo através de livros e conhecimentos adquiridos, através dos professores, viajamos sem sair do lugar com as leituras e a internet, viajamos também na nossa imaginação.
Os estudos são importantes, pois é com eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.

Países de primeiro mundo têm como princípio uma boa educação, para manter o seu futuro próspero e assim manter e até elevar sua riqueza material e cultural.

Um país se constrói com educação escolar e para isso temos que preservar e investir em nossa maior riqueza que são as escolas.

O que vai garantir alcançar o sucesso profissional e pessoal? O estudo.
Estudar é importante na vida de qualquer pessoa. Quem quer ter uma vida de sucesso, precisa estudar sempre.
É um erro pensar que o estudo dura apenas o tempo da vida acadêmica, envolvendo somente o meio escolar. Quem viaja traça um roteiro, que é fruto de um estudo feito por consultas à internet, por informações obtidas na agência de viagens, ou pelas dicas de amigos. O estudo dará a chance de adquirir informações necessárias para traçar um plano. No aprendizado, o estudo ajuda a construir o conhecimento necessário para atingir um objetivo.
Muitos não conseguem enxergar a importância do estudo para a vida, vendo somente o lado obrigatório, imposto pela vida escolar. Passa-se mais tempo reclamando que, efetivamente, estudando.
O estudo requer uma alta dose de esforço e concentração. E ao não conseguir unir esses elementos, muitos acabam achando o momento de estudo frustrante, sonolento ou desnecessário para a vida. Esse tipo de pensamento acontece, por não se conseguir enxergar o estudo como algo produtivo. Porém, para que o tempo de estudo possa frutificar é preciso traçar uma estratégia eficiente para atingir o objetivo.
Primeiro, é preciso ter em mente que estudar é um dos componentes do aprendizado. Estuda-se para aprender algo. Estudar é uma busca pela ampliação da consciência para que possamos fazer as coisas melhores do que já fazemos, para buscarmos novos saberes e para decidirmos com mais clareza o que fazer durante a nossa vida. Assistir às aulas (presenciais ou a distância) e realizar provas fazem parte de um projeto de estudo. É uma forma para nos qualificarmos para o mercado de trabalho.
Ouvimos de nossos pais e de nossos professores que devemos estudar, mas ninguém nos ensina como estudar. Muitos acham que estudar para a prova é o suficiente, mas não é verdade.
Quando passei para o ginásio (hoje, o fundamental 2), tive um professor de língua portuguesa que não exigiu uma gramática específica. Cada um podia escolher a que quisesse, pois seria um livro de consulta. Aos 11 anos não tinha ideia para fazer uma escolha como essa e meus pais também não. Não que não tivessem estudo, pelo contrário. A questão é que comecei a estudar na década de 70 do século XX, época em que acontecia uma drástica transformação no sistema educacional brasileiro. Meu pai, então, foi a uma livraria e explicou ao vendedor a situação. Chegou à casa com a minha primeira gramática – a de Adriano da Gama Cury.
Meu professor enchia o quadro com exemplos e conceitos. Eu anotava tudo o que ele escrevia, mas também o que ele falava. Como era caprichosa, eu não queria ver meu caderno escrito de qualquer jeito. Então, tinha dois cadernos. Um para a sala de aula e outro que ficava em casa, onde passava tudo a limpo. De manhã, assistia às aulas com atenção. À tarde, estudava tudo o que havia sido dado naquele dia, reescrevendo minhas anotações.
Com o passar dos anos, fazia, também, meus próprios comentários. Fazia esquemas, tabelas, quadros. E passei a fazer isso em todas as matérias. Fiz isso ao longo dos anos escolares e na faculdade. Tirava boas notas nas provas, não esquecia o dever de casa e não tremia quando o professor anunciava uma prova surpresa. Fiz isso por anos intuitivamente. Até hoje, quando leio um livro técnico, eu faço minhas anotações.
Hoje, pesquisas na área da neurolinguística mostram que esse é o jeito certo de estudar. Assistir à aula, fazer anotações e estudar depois o que aprendeu escrevendo palavras-chave. Todos os dias. Dessa forma nosso cérebro retém as informações na memória a longo prazo.
“Neuro” remete à mente, onde processamos nossas experiências por meio dos sentidos. “Linguística” refere-se à linguagem, às formas de comunicação. Se compararmos a mente humana a um computador, o cérebro seria o hardware, enquanto os pensamentos e o comportamento, o software, programa que define como o computador interpreta os dados recebidos. Sendo assim, temos a liberdade e a consciência para programarmos nosso cérebro, para ajudar, por exemplo, um aluno a se tornar um estudante.
Ser estudante e ser aluno são coisas muito diferentes. Ser aluno é aquele que assiste às aulas para aprender em um determinado lugar. Ser estudante é aquele que estuda para aprimorar-se e tornar-se a cada dia mais inteligente.
Nós, professores, precisamos compreender o que as novas pesquisas esclarecem, para, então, ensinar nossos alunos a usarem o cérebro e tornarem-se mais inteligentes e mais autoconfiantes, com a autoestima elevada.
Tudo o que aprendemos chega, primeiro, no sistema límbico. Depois, o que é significativo, vai ser copiado ou no cerebelo (que cuida do ritmo e do equilíbrio), ou no córtex (lugar da memória a longo prazo).

Fontes:




O que eu aprendi com isso? Que a gente precisa estudar para ser alguém na vida.
O que isso tem a ver com minha vida? Eu sou estudante.

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