Os estudo
Os estudos são importantes, pois é com
eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.
Através dos estudos nós convivemos com pessoas diferentes e educação diferente das quais recebemos em casa. Famílias cuja base tem uma melhor formação escolar tendem a planejar seu futuro, fazem planejamento familiar, planejamento de carreira, planejam compra da casa, carro etc...
Através dos estudos nós convivemos com pessoas diferentes e educação diferente das quais recebemos em casa. Famílias cuja base tem uma melhor formação escolar tendem a planejar seu futuro, fazem planejamento familiar, planejamento de carreira, planejam compra da casa, carro etc...
Nas salas de aula ampliamos o nosso mundo através de livros e conhecimentos adquiridos, através dos professores, viajamos sem sair do lugar com as leituras e a internet, viajamos também na nossa imaginação. Os estudos são importantes, pois é com eles que adquirimos conhecimentos, cultura, e traçamos objetivos na vida.
Países de primeiro mundo têm como princípio
uma boa educação, para manter o seu futuro próspero e assim manter e até elevar
sua riqueza material e cultural.
Um país se constrói com educação escolar e para isso temos que preservar e investir em nossa maior riqueza que são as escolas.
Um país se constrói com educação escolar e para isso temos que preservar e investir em nossa maior riqueza que são as escolas.
O que vai garantir alcançar o sucesso profissional e pessoal? O estudo.
Estudar é importante na vida de
qualquer pessoa. Quem quer ter uma vida de sucesso, precisa estudar sempre.
É um erro pensar que o estudo dura
apenas o tempo da vida acadêmica, envolvendo somente o meio escolar. Quem viaja
traça um roteiro, que é fruto de um estudo feito por consultas à internet, por
informações obtidas na agência de viagens, ou pelas dicas de amigos. O estudo
dará a chance de adquirir informações necessárias para traçar um plano. No
aprendizado, o estudo ajuda a construir o conhecimento necessário para atingir
um objetivo.
Muitos não conseguem enxergar a
importância do estudo para a vida, vendo somente o lado obrigatório, imposto
pela vida escolar. Passa-se mais tempo reclamando que, efetivamente, estudando.
O estudo requer uma alta dose de
esforço e concentração. E ao não conseguir unir esses elementos, muitos acabam
achando o momento de estudo frustrante, sonolento ou desnecessário para a vida.
Esse tipo de pensamento acontece, por não se conseguir enxergar o estudo como
algo produtivo. Porém, para que o tempo de estudo possa frutificar é preciso
traçar uma estratégia eficiente para atingir o objetivo.
Primeiro, é preciso ter em mente que
estudar é um dos componentes do aprendizado. Estuda-se para aprender algo.
Estudar é uma busca pela ampliação da consciência para que possamos fazer as
coisas melhores do que já fazemos, para buscarmos novos saberes e
para decidirmos com mais clareza o que fazer durante a nossa vida. Assistir às
aulas (presenciais ou a distância) e realizar provas fazem parte de um projeto
de estudo. É uma forma para nos qualificarmos para o mercado de trabalho.
Ouvimos de nossos pais e de nossos
professores que devemos estudar, mas ninguém nos ensina como estudar. Muitos
acham que estudar para a prova é o suficiente, mas não é verdade.
Quando passei para o ginásio (hoje,
o fundamental 2), tive um professor de língua portuguesa que não exigiu uma
gramática específica. Cada um podia escolher a que quisesse, pois seria um
livro de consulta. Aos 11 anos não tinha ideia para fazer uma escolha como essa
e meus pais também não. Não que não tivessem estudo, pelo contrário. A questão
é que comecei a estudar na década de 70 do século XX, época em que acontecia
uma drástica transformação no sistema educacional brasileiro. Meu pai, então,
foi a uma livraria e explicou ao vendedor a situação. Chegou à casa com a minha
primeira gramática – a de Adriano da Gama Cury.
Meu professor enchia o quadro com
exemplos e conceitos. Eu anotava tudo o que ele escrevia, mas também o que ele
falava. Como era caprichosa, eu não queria ver meu caderno escrito de qualquer
jeito. Então, tinha dois cadernos. Um para a sala de aula e outro que ficava em
casa, onde passava tudo a limpo. De manhã, assistia às aulas com atenção. À
tarde, estudava tudo o que havia sido dado naquele dia, reescrevendo minhas
anotações.
Com o passar dos anos, fazia,
também, meus próprios comentários. Fazia esquemas, tabelas, quadros. E passei a
fazer isso em todas as matérias. Fiz isso ao longo dos anos escolares e na
faculdade. Tirava boas notas nas provas, não esquecia o dever de casa e não
tremia quando o professor anunciava uma prova surpresa. Fiz isso por anos
intuitivamente. Até hoje, quando leio um livro técnico, eu faço minhas
anotações.
Hoje, pesquisas na área da
neurolinguística mostram que esse é o jeito certo de estudar. Assistir à aula,
fazer anotações e estudar depois o que aprendeu escrevendo palavras-chave.
Todos os dias. Dessa forma nosso cérebro retém as informações na memória a
longo prazo.
“Neuro” remete à mente, onde
processamos nossas experiências por meio dos sentidos. “Linguística” refere-se
à linguagem, às formas de comunicação. Se compararmos a mente humana a um
computador, o cérebro seria o hardware, enquanto os pensamentos e o
comportamento, o software, programa que define como o computador interpreta os
dados recebidos. Sendo assim, temos a liberdade e a consciência para
programarmos nosso cérebro, para ajudar, por exemplo, um aluno a se tornar um
estudante.
Ser estudante e ser aluno são coisas
muito diferentes. Ser aluno é aquele que assiste às aulas para aprender em um
determinado lugar. Ser estudante é aquele que estuda para aprimorar-se e
tornar-se a cada dia mais inteligente.
Nós, professores, precisamos
compreender o que as novas pesquisas esclarecem, para, então, ensinar nossos
alunos a usarem o cérebro e tornarem-se mais inteligentes e mais
autoconfiantes, com a autoestima elevada.
Tudo o que aprendemos chega,
primeiro, no sistema límbico. Depois, o que é significativo, vai ser copiado ou
no cerebelo (que cuida do ritmo e do equilíbrio), ou no córtex (lugar da
memória a longo prazo).
Fontes:
O que eu aprendi com isso? Que a gente precisa estudar para ser alguém na vida.
O que isso
tem a ver com minha vida? Eu sou estudante.
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